Romiiiiiildo mulher
Sessão vídeos bizarros da viagem.
Todo o gingado da macaxeira pelas ruas de Firenze kkkk.
Diogo mostrando que também é um menino prodígio da dança, Rapha e todo seu gingado carioooaaaca, e Henrique pensando “o que danado eu to fazendo nessa banda”.
Mostra coletiva de artes plásticas da Nalvete
Este post foi descaradamente roubado do blog de Civoneide porque estou sem tempo de elaborar um só para este site (sorry).
Mas não posso deixar passar em branco, e muito menos deixa de dizer que, queria muuuuuito estar aí na quinta-feira.
Sucesso Nalvete! seu salão é único, e mágico. Não tem nada parecido, nem que chegue perto, em lugar nenhum do mundo.
Jota Medeiros, Marcelus Bob, Guaraci Gabriel, Marcelo Fernandes, Zaia, Dickson Tavares, Wendel Gabriel e Pedro Pereira.
Tudo começou como um sonho. Há 15 anos, Nalva Melo abriu seu salão de beleza na Ribeira. Na época, pouco ou nada se falava sobre a revitalização do bairro histórico, mas ela apostou na ideia e em pouco tempo começou a atrair as pessoas para seu projeto inovador. Com o passar do tempo, a área de 120 metros quadrados do salão passa também a abrigar exposições, desfiles, apresentações de teatro, exibição de filmes, bazares e festas dançantes. Tornou-se Café Salão, com a marca de Nalva Melo em tudo o que é realizado, mesmo quando o espaço é cedido ou alugado.
Ambiente para todo tipo de evento cultural, o que marcou o início das atividades culturais no espaço foi uma exposição coletiva que reuniu oito artistas em novembro de 1998. Nalva convidou Marcelus Bob, que se encarregou de convidar um colega, que chamou outro, e outro, resultando numa intensa união de talentos. Hoje, passados quase 12 anos, a cena é recriada de uma maneira inusitada. Todos os mesmos artistas voltam ao espaço e deixam para sempre sua assinatura no Café Salão, compondo uma mostra permanente inédita, produzida em total harmonia pelo grupo.
Além disso, no período de 30 de julho a 31 de agosto de 2009, Nalva Melo abrigará no Café Salão a exposição coletiva retrospectiva aos 15 anos do espaço, com obras individuais dos artistas participantes. O sentimento de “revival” rejuvenesce a alma, mexe com os sentidos, eternece as emoções guardadas, por isso a intenção e o desejo de transformar esse encontro em uma celebração à amizade e aos sentimentos que a arte pode possibilitar.
Babando na vitrine
Não basta ter um bom produto, tem que saber apresentar. Por isso sou louca por vitrines. Às vezes olhar é melhor que comprar (principalmente se você ganha em Real e o objeto da compra é uma Louis Vuitton kkkk)
Donos de loja: esqueçam os manequis estáticos, e se inspirem nessa idéia!
O vídeo é da vitrine mecanizada da Louis Vuitton de Nova York. A proposta é mostrar a evolução do monograma da bolsa Speedy ao longo dos anos, como se a mesma bolsa se transformasse em vários modelos. Entra uma, sai outra hehehe.
Baquetas
Pausa para a piada interna da semana: Onde é que eu e Maria Terra estávamos que perdemos esse evento???
600 bateristas??? aaaaffff
kkkkk
Souhaite / Faute
“Quando a boca do menino procurou a dela, não a negou. Entrecerrando os olhos, deixou-se beijar e devolveu o beijo. Instantes depois, encorajados, os lábios do menino insistiram(…)”
“(…) e tampouco retirou a mão que, de repente, sentiu num dos seios. Repousou ali por um momento, quieta, como que tomando forças, e depois se mexeu, e arredondando-se, acariciou-o num movimento respeitoso, de pressão delicada. Muito embora, no fundo do seu espírito, uma voz a urgisse a se levantar e partir, não se mexeu. Pelo contrário, apertou o menino contra si e, sem inibições, continuou beijando-o com um ímpeto e uma liberdade que cresciam ao ritmo do seu desejo”.
“Ela saiu do quarto um pouco tonta e, quase aos tropeções, atravessou a saleta que dava para o jardim. Foi se trancar no banheiro de visitas. Estava desfalecendo, como se houvesse corrido. Olhando-se no espelho, teve um ataque de riso histérico que sufocou tapando com a boca. “Insensata, louca”, se insultou, enquanto molhava a cara com água fria”.
(Mario Vargas Llosa in Elogio da Madastra, Editora Alfaguara, 2009)
Eterno
A partir de hoje, e sempre que der, vou falar sobre alguma peça clássica , que faz parte da história da moda e que podemos chamar de eterna. Recebi alguns emails com sugestões, mas o vestido de hoje não estava entre elas. Então porque vou começar por ele?
Porque o “Mondrian Dress” é o meu preferido, e democracia não é a deste site, rs.
Também porque tenho prontinho um texto que escrevi sobre ele na minha extinta coluna no Nominuto, que reproduzo agora aqui. Escrevi no dia que Yves Saint Laurent morreu, e fala um pouco também da história do estilista.
Qual o seu vestido dos sonhos?
Enquanto muita gente pensa em vestidões de festa, daqueles que são a cara do tapete vermelho, eu penso num tubinho de corte reto, e comprimento pouco acima dos joelhos. O meu vestido dos sonhos é o Mondrian Dress, de Yves Saint Laurent. Simples e grandioso.
É bem provável que você já tenha visto o Mondrian Dress, esse aí da foto, mesmo sem saber muito sobre ele. O vestido criado em 1965, virou um clássico ao unir moda e arte. Saint Laurent criou a peça inspirado nos trabalhos do pinto holandês Piet Mondrian, artista plástico fundador do neoplasticismo.
E é justamente por ser o estilista que mais usou o casamento moda + arte, que o trabalho dele tanto encanta. O Mondrian Dress é hoje também um símbolo do vintage, do retrô. Ele é a cara dos anos 60, e de uma época em que artistas como Pablo Picasso, Andy Warhol, Velázquez e Delacroix não estavam restritos às paredes das galerias. Passeavam pelas ruas, nas roupas das mulheres.
Resolvi atualizar a coluna a esta hora da noite de um domingo, e falar do meu sonho de consumo, porque o grande designer Yves Saint Laurent morreu hoje à tarde, aos 71 anos, em Paris. Há algum tempo sabia-se que o estilista tinha problemas graves de saúde, mas a causa exata da morte ainda não foi divulgada. Yves Henri Donat Mathieu Saint Laurent nasceu em Orã, na Argélia, no dia 1º de agosto de 1936.
Sempre muito interessado em artes, especialmente pelo teatro, não demorou para entrar no mundo da moda. Chegou a Paris em 1954 e pouco tempo depois, já era campeão de um concurso internacional de moda.
O vestido vencedor do concurso impressionou o já célebre e grande mestre da alta costura Christian Dior, que logo o contratou como assistente. Quando Dior morreu, no auge de sua carreira, em 1957, o jovem Saint Laurent se tornou o novo estilista da maison.
Mais tarde, criou sua própria maison, a Rive Gauche. Ele foi o primeiro costureiro a usar modelos negras em suas passarelas e uma de suas maiores criações foi o smoking feminino. Por este feito, Saint Laurent está intimamente ligado à evolução do papel da mulher na sociedade, e ao poder feminino. Por causa dele, tantas mulheres saem de casa todos os dias, no mundo todo, vestindo seus terninhos. O que seria das executivas sem ele hein?
Saint Laurent anunciou sua aposentadoria e apresentou seu último desfile em janeiro de 2002. Existe uma frase atribuída a ele que pode explicar porque as mulheres amam suas criações: “A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, eu estou aqui”.
É, mas há quem prefira sempre um vestido Yves Saint Laurent a qualquer abraço!!
De olhos bem fechados
Diz que o amor é cego, surdo, mudo, doido, come merda e rasga dinheiro kkkk. Além claro, de ser tema do livro novo de Patrício Jr.
“A cega natureza do amor” será lançado na próxima quinta-feira, dia 16, às 19h, na Siciliano do bombante terceiro piso do Miduêimal. A campanha de divulgação do livro é super elaborada (claro, o livro é de um publicitário né? dã!) e vocês ja devem ter visto alguma coisa por aí. Mas posto aqui o VT com direção de Edu Ferr e narração de Titina (arrasou beeecha!).
Olhe Patricio, eu vou só dar uma passada raaaaapida porque tenho aula no dia seginte aqui do outro lado do oceano, mas quero ver todo mundo lá, hein?
=D












